Arquivos diários:04/08/2012
Corujão: 04/08/2012 – ‘Resgate de Alto Risco’ é o filme em cartaz

Direção: Louis Saia
Elenco: Stéphane Rousseau, Verónique Cloutier, Marc Messier
Sinopse: O seqüestro de uma cantora de rock famosa, pode ser perigoso demais para quem tentar trazê-la de volta.O valor do resgate é de 1 milhão de dólares, mas os verdadeiros sequestradores querem mais. Um emocionante jogo de caça ao rato, tem início para esconder a qualquer custo o verdadeiro mentor do plano. Muita ação e tiros nesse filme, onde assassinos frios e mentes doentias caminham juntos.

CORUJÃO
DE SÁBADO PARA DOMINGO – 03h25
Grazi que se cuide: Cauã não resiste e olha o bumbum de loiraça em praia do Rio

Quando um avião desses passa na sua frente, não tem jeito: é um tal de olho cego vagueia procurando por um… Mesmo se você for o bem casado Cauã Reymond. Ao avistar a loura no calçadão do Leme, no intervalo de uma gravação, o galã não resistiu à tentação. Abre o olho, Grazi! Tua cabeça deve estar coçando.

Créditos:
Jornal Extra
Gustavo, do Vôlei, ironiza Fabiana Murer em rede social

Fabiana Murer culpou o vento por sua eliminação na disputa do salto com vara nas Olimpíadas de Londres. E a justificativa da atleta virou motivo de piada para o jogador de vôlei Gustavo, campeão olímpico em Atenas 2004 e prata em Pequim 2008. No Twitter, primeiro ele escreveu uma mensagem séria sobre o espírito olímpico. Depois, “reclamou” do vento diversas vezes.
Qual sua opnião, amigo leitor?
NOTA PUBLICADA NO GLOBO ESPORTE

Nota 10 & Nota 0 da Semana #6

Bom nessa semana pouco tivemos de interessante na TV. Mas vamos dar as nossas notas.

A nota 10 da semana vai para “Carrossel”. Desde quando estreou nossa coluna, a novela de maior sucesso do SBT não foi citado aqui, mas nessa semana é de bom grado que dou a nota máxima para essa novela, que conseguiu encantar as pessoas, fazendo as embarcar no “Carrossel”. O slogan “A novela que vai unir a família brasileira” deu muito certo, pois vem unindo cada vez mais as pessoas com ensinamentos educativos. A novela registra índices satisfatórios de audiência, sendo a maior fora da Rede Globo. Parabéns a novela “Carrossel” que conseguiu o que queria!

A nota 0 vai para a novela da Record que passa no mesmo horário de “Carrossel”, “Rebelde” ganha essa nota não pela sua audiência, que vai de mal a pior, mas sim pelo simples fato de ser um copiadora da novela do SBT. Todos sabemos que Mario Joaquina humilha Cirilo em “Carrossel” por ela ser mais rica e ele ser negro. Coisa que está acontecendo em “Rebelde” depois da entrada das crianças na trama, entrada que pode ser considerado uma cópia, os papéis de preconceito se invertem, quem humilha é um menino, e a pessoa negra é uma menina, não acredita? Olha o vídeo embaixo e vê se nota a semelhança das duas novelas:
Compreende o que quero dizer? A Record não gosta do apelido “Recópia”, mas faz mais uma vez valer esse apelido. A Record deveria fazer suas próprias histórias e não ficar copiando as coisas dos outros, ou não existe mais criatividade por lá? A nota 0 vai por isso!
WESLEY PEGO

wesley_o_machado@hotmail.com /
wesleydeoliveirapego@gmail.com
@wesley_pego /
/wdeoliveirapego
Confira o logo de “Lado a Lado”, próxima novela das seis da Rede Globo
Esse pode ser o logo da nova novela da Rede Globo para as 18h00. A novela deve estrear em meados de setembro.

“A Grande Família” terá dois episódios escritos por Pedro Cardoso
No ar em “A Grande Família” desde sua estreia, em 2001, Pedro Cardoso, intérprete do Agostinho Carrara, acaba de escrever dois episódios para a série.
Segundo a coluna Controle Remoto, Pedro, que já escreveu várias peças e algumas tramas para a TV, está tendo, pela primeira vez, oportunidade de trabalhar do outro lado da produção da série.
Dos dois episódios escritos, um deles já está em produção e o outro deverá ser gravado no decorrer deste mês.
NATELINHA
TTV Londres 2012: Brasil passa sufoco, mas bate a Sérvia e se classifica no vôlei masculino
Apesar de ter sofrido mais do que esperava, a seleção brasileira masculina de vôlei conseguiu garantir sua classificação para as quartas de final das Olimpíadas de Londres. De virada, dominando o tie-break e contando com muita torcida na Arena de Vôlei, o Brasil derrotou a Sérvia por 3 sets a 2 (22/25, 25/15, 20/25, 25/22 e 15/9) para continuar na sua busca pela terceira final olímpica consecutiva.
Com os dois pontos pela vitória no tie-break (no atual regulamento, um triunfo por 3 sets a 0 ou 3 a 1 vale três pontos, e um 3 a 2 vale dois pontos para o vencedor e um para o perdedor), o Brasil soma agora oito pontos e, apesar de ainda poder ser alcançado em pontos pela Alemanha e pela Sérvia, ambas com cinco pontos, não pode ser ultrapassado por nenhuma das duas nos critérios de desempate. Desta forma, a seleção brasileira tem pelo menos a terceira colocação do grupo garantida. Os quatro primeiros colocados de cada chave avançam à próxima fase.

Neste momento, os brasileiros aparecem na segunda posição do Grupo B, com os mesmos oito pontos da Rússia, mas levando vantagem no set average (média entre sets vencidos e perdidos). Os Estados Unidos lideram, com dez pontos, a Alemanha é a quarta, a Sérvia está no quinto lugar, e a Tunísia é a lanterna, ainda sem somar pontos.
Na última rodada da fase de classificação, o Brasil enfrenta a Alemanha, na segunda-feira, novamente às 18h (de Brasília). O SporTV transmite, e o GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real. A Sérvia vai enfrentar a Rússia, às 7h30m.
O Brasil começou a partida desatento e errando muito. Lucão errou na bola de xeque, e Leandro Vissotto também atacou para fora no lance seguinte, dando à Sérvia a vantagem de três pontos (6/3). A seleção até empatou o jogo depois de dois ataques desperdiçados por Nikola Kovacevic, mas os sérvios voltaram a se distanciar depois que a arbitragem errou e deu ponto para a equipe europeia, mesmo após Uros Kovacevic arrancar a antena com o cotovelo.
A desatenção brasileira se refletiu nos saques. Foram seis erros, o último deles com Lucão acertando a rede para a Sérvia abrir 23/20. Com dois ataques de Atanasijevic, o time sérvio fechou o primeiro set em 25/22.
Para alegria da torcida brasileira, maioria na Arena de Vôlei, a seleção voltou com outra postura para o segundo set. O time de Bernardinho chegou a abrir 4/1 em mais um erro de arbitragem, que não viu desvio no bloqueio de Lucão em ataque sérvio para fora. O Brasil ainda deu algumas bobeiras e chegou a ver a Sérvia empatar em 6/6 quando Nikola Kovacevic atacou, a bola bateu no bloqueio e foi para fora. Mas logo retomou o controle da partida.
O saque, grande problema do Brasil na primeira parcial, virou solução na segunda. O serviço de Murilo fez estrago. Acertou um ace, dificultou o passe adversário e ajudou o Brasil a abrir 13/7 em bloqueio de Dante, que também conseguiu um ace na sequência do set para fazer 19/10. Com a vantagem tranquila, a seleção ainda contou com mais dois aces de Murilo antes de Leandro Vissotto atacar para fechar em 25/15.
A Sérvia não se abalou com a derrota no segundo set e voltou a equilibrar a partida no set seguinte. O duelo seguiu muito disputado, até que Murilo aproveitou o contra-ataque com uma bela bola na paralela para abrir 15/12. Mal no jogo, Leandro Vissotto desperdiçou dois ataques consecutivos e deixou os sérvios voltarem ao jogo, empatando em 16/16. O confronto ficou duro mais uma vez, e, em outro erro da arbitragem, que não viu toque na rede de Podrascanin, o time europeu fez 21/19 e cresceu na reta final. Com um ataque de Dante para fora, a equipe sérvia ganhou o set por 25/20.

Bernardinho tentou mexer com o time e voltou para o quarto set com Wallace e Rodrigão nos lugares de Leandro Vissotto e Lucão. Com direito a um bloqueio dos dois, o Brasil abriu 4/0 e teve um início de set tranquilo. Mas, aos poucos, as coisas foram se complicando. A distância caiu para dois pontos (15/13) quando a arbitragem errou mais uma vez e não viu que a bola bateu no bloqueio do sérvio Stankovic, causando a irritação dos brasileiros. Na Arena de Vôlei, o replay não foi mostrado. Em uma boa sequência de saques de Nikola Kovacevic, a Sérvia chegou ao empate: 19/19.
Mas Rodrigão e Wallace justificaram a substituição de Bernardinho. Primeiro, o central bloqueou para fazer 21/19. Depois, o oposto fez a defesa, a bola passou diretamente para o outro lado e caiu na quadra sérvia para fazer 23/20. Wallace ainda apareceu mais uma vez. Foi dele o ataque que fez 25/22 para forçar o tie-break.
NOTA PUBLICADA NO GLOBOESPORTE.COM

Repertório Popular: 04/08/2012 – Djavan

Neste show Djavan comemora 17 anos de carreira e o lançamento da nova torre do Sumaré da TV Cultura. Ele interpreta sucessos de vários dos seus discos. Desde “A voz, o violão e arte de Djavan” lançado em 1976 com o hit “Flor de Lis” passando por sucessos do disco “Oceano” de 1989 e “Luz” de 1982 que foi produzido nos Estados Unidos.
A Banda que acompanha Djavan é formada por: Paulo Calazans e Dalton Campelo – Teclados
Marcelo Martins – Sax e Flauta
Carlinhos Bala – Bateria
Luis Fernando- Percussão
Torquato Mariano – Guitarra
Artur Maia – Contrabaixo

Repertório Popular – 01h15
DIVULGAÇÃO: Cultura
“Avenida Brasil”: Paula Burlamaqui revive ensaio nu de 1996, quando posou para Playboy

A atriz Paula Burlamaqui, 45 anos, precisou refazer o seu famoso ensaio da revista “Playboy” de 1996 para uma cena de “Avenida Brasil”, como conta Patrícia Kogut do site “O Globo”.
A ideia original era que Dolores (Paula Burlamaqui) mostrasse para Suelen (Isis Valverde) as fotos que fez tempos atrás antes de virar evangélica. Para isso, a cena usaria a “Playboy” de Paula.
No entanto, a Editora Abril, que detém os direitos da revista, não permitiu o uso. A solução foi vestir um figurino parecido com o dos anos 1990, com direito a casaco de pele, e refazer as fotos.
“Ficou lindo. Eram necessárias seis fotos para que a produção pudesse montar a revista, mas eu aprovei todas”, revelou Paula. Quem agradece são os fãs! Na foto acima temos as cenas da gravação e a capa da revista de 1996.
Créditos:
Yahoo
TTV Londres 2012: Brasil leva susto e vaias, mas Neymar e Damião põem time de Mano na semi
Honduras deu mais trabalho do que se imaginava. A torcida adversária se aliou aos britânicos para perseguir Neymar. A atuação dos comandados de Mano Menezes ficou longe de encher os olhos. Ingredientes de um filme dramático, mas com final feliz. A seleção brasileira fez 3 a 2 neste sábado, em Newcastle, e se classificou para disputar a semifinal das Olimpíadas de Londres, terça-feira, contraa Coreia do Sul, que eliminou a Grã-Bretanha nos pênaltis. Garantiu ao menos a disputa pelo bronze e ficou a dois passos da tão sonhada medalha de ouro.
Em Newcastle, Leandro Damião perdeu a chance de tornar o jogo tranquilo aos 30 segundos, mas depois participou dos três gols. Fez dois e sofreu o pênalti convertido por Neymar. Ah, Neymar… O craque vai deixar a Inglaterra detestado. Neste sábado, enlouqueceu os marcadores e torcedores com seus dribles e as faltas sofridas. Com exceção de alguns tradicionais exageros, o jogador realmente foi alvo dos hondurenhos. Sem violência.
A cada vez que pegava na bola, Neymar ouvia muitas vaias. No início, só da torcida de Honduras, que estava em bom número no St. James Park, em Newcastle. Depois, os locais se uniram e o som ficou mais forte, lembrando o ocorrido no amistoso contra a Grã-Bretanha, em Middlesbrough, quando suas simulações foram condenadas pelo público.
O camisa 11 nem ligou. No momento de maior dificuldade, assumiu a responsabilidade de ser a grande estrela do futebol olímpico e foi importantíssimo para que o Brasil desse mais um passo rumo ao ouro.
Se na terça-feira, em Manchester, a seleção brasileira enfrentará a Coreia do Sul, Honduras volta para casa com a sensação de dever cumprido. Com um futebol quase amador e um jogador a menos, fez o Brasil sofrer até o último minuto para conseguir a classificação.

Gol do Brasil? Só com um a mais
Mano Menezes começou com uma novidade. O goleiro Gabriel, que chegara a Londres sem credencial, apenas para treinar, e ganhou vaga na lista graças à lesão de Rafael, botou Neto no banco de reservas.
Aos 30 segundos de jogo, o Brasil teve chance de fazer 1 a 0. Leandro Damião, outro que voltou ao time no lugar de Alexandre Pato, ganhou facilmente do zagueiro e saiu na cara de Mendoza. Bateu de fora da área, e a bola saiu à esquerda do gol. Aos dez minutos, então, a Seleção estaria com o jogo definido se Oscar e Neymar tivessem aproveitado outras chances. Mas a realidade, quem diria, era mais dura. Aos 12, Honduras estava na frente.
Um lance despretensioso, que começou num raro erro de passe de Thiago Silva, contou com erro de marcação de Rafael e Juan e terminou num inacreditável chute de Martinez, no ângulo de Gabriel. Festa hondurenha em Newcastle. E a aparente tranquilidade do início da partida começou a se transformar em drama.
O domínio brasileiro sumiu. As rápidas trocas de passes entre os jogadores de frente e o perigoso apoio dos laterais deram lugar ao nervosismo. Por isso, Neymar resolveu assumir a responsabilidade. Ainda sem brilho, chamou a bola para si e tentou arrancadas. Foi a chave para os adversários começarem a abusar das faltas.
Em menos de um minuto, Crisanto dificultou demais a vida de seu país. Fez duas faltas (a segunda em Neymar) e recebeu dois cartões amarelos – o segundo muito rigoroso – do árbitro alemão Felix Brych. Expulso.
Com um a mais, o Brasil voltou a crescer, mas o gol foi chorado demais e contou com a colaboração da zaga. Hulk avançou pela direita e cruzou. Mendoza saiu mal, Peralta ajeitou, Velasquez ficou olhando e Damião, de carrinho, empatou.
Com medo da compensação do árbitro, Mano Menezes trocou Sandro, com cartão amarelo, por Danilo ainda na primeira etapa. E a virada parecia questão de tempo. Parecia…
Neymar e Damião salvam má atuação
O cabeludo Espinoza era o melhor de Honduras em campo. E logo no comecinho do segundo tempo jogou um balde de água fria em quem pensava que os últimos 45 minutos das quartas de final, com o Brasil tendo um a mais, seriam só para cumprir tabela. Juan errou na saída de bola, e Gabriel demorou uma eternidade para saltar em direção à bola, que saiu de fora da área e foi entrando, sem força, no canto direito: 2 a 1. Zebra?
Zebra, nada. Leandro Damião dividiu com Velasquez e foi ao chão. O árbitro alemão deu pênalti e aumentou ainda mais as vaias para Neymar. O garoto ajeitou, e, a cada passo rumo à bola, os gritos contra ele aumentavam. A finalização certeira calou quase todo o estádio.

O atacante do Santos, que trocou duas vezes de chuteiras no jogo, continuou tirando os rivais para dançar, centralizando o jogo em si, sofrendo faltas, provocando cartões amarelos e irritando hondurenhos e europeus nas cadeiras do St. James Park. E tinha também a ajuda valiosa de Leandro Damião. Após bela tabela, o centroavante girou com facilidade em cima do capitão Leveron e, finalmente, fez o que poderia ter feito com 30 segundos: colocou o Brasil em vantagem. O camisa 9 agora é vice-artilheiro das Olimpíadas, com quatro gols, um a menos que o senegalês Konate, já eliminado.
Mais uma vez a sensação era de que o Brasil, em vantagem numérica e no placar, ia disparar e ampliar o placar. Engano. A melhor chance de gol antes do apito final foi dos bravos hondurenhos, depois de péssima saída de gol de Gabriel. Espinoza, caído, só não empatou porque a zaga dividiu e provocou novo escanteio. Já nos acréscimos, o meia-atacante foi expulso, abraçou os brasileiros e deixou o campo muito aplaudido.
Sob os olhares atentos de Joseph Blatter, presidente da Fifa, e dos homens fortes da CBF, José Maria Marín e Marco Polo del Nero, em vez de garantir a vitória, a Seleção preferiu esperar o tempo passar. As substituições não surtiram efeito, o goleiro escalado continuou sem transmitir segurança… Muito menos do que poderia ser feito contra dez atletas de Honduras. E muito, muito menos do que o Brasil vai precisar nos próximos jogos, na luta pelo ouro inédito.
Texto escrito por Márcio Iannacca com perfeição na página oficial dos Jogos Olímpicos de Londres no GLOBOESPORTE.COM




